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Dar antibiótico ou vacinar? Já pensaram que vocês podem ter escolha, pais?



Não tem um jeito mais clichê de começar essa conversa se a gente não te lembrar que “é melhor prevenir do que remediar”, mas, felizmente, essa é a mais pura verdade! Já parou pra pensar que é melhor evitar que seu filho contraia a doença do que tratá-lo com antibiótico? Parece até uma pergunta absurda, pois muitos podem pensar “é claro que eu não quero que o meu filho fique doente”, mas o que estamos fazendo – de fato – para evitar o consumo excessivo de antibióticos?

Atualmente, de acordo com a Organização Pan-Americana de Saúde, a resistência aos antibióticos é uma das maiores ameaças globais à saúde, segurança dos alimentos e desenvolvimento. Esse problema pode afetar qualquer pessoa, de qualquer idade, país ou classe social. A resistência aos antibióticos ocorre naturalmente, porém o mau uso desses medicamentos em humanos e animais está acelerando o processo.

Dessa forma, com o número crescente de infecções – como pneumonia, tuberculose e meningite, por exemplo – está se tornando cada vez mais difícil de tratar essas doenças, ao mesmo tempo em que os antibióticos utilizados têm se tornado menos eficazes. A resistência leva a um maior tempo de internação, piora do quadro infeccioso, aumento da taxa de mortalidade e de custos médicos.


COMO FUNCIONA A RESISTÊNCIA AOS ANTIBIÓTICOS?

Primeiramente, é preciso entender que os antibióticos são medicamentos usados para prevenir e tratar infecções bacterianas. A chamada “resistência” acontece quando as bactérias se alteram em resposta à utilização desses medicamentos. Isso pode acontecer devido a inúmeros motivos, mas é comum que ocorram mutações durante as replicações bacterianas no nosso corpo durante o processo infeccioso, daí pode surgir uma bactéria que consegue burlar a ação especifica do medicamento usado.

Então, quanto mais vezes se prescreve o antibiótico, mais estamos favorecendo o surgimento de uma bactéria resistente ao fármaco. Importante: bactérias, não seres humanos, tornam-se resistentes aos antibióticos. Elas podem infectar humanos e são mais difíceis de tratar que bactérias não resistentes.


E O QUE POSSO FAZER PARA PREVENIR?

A melhor forma, sem sombra de dúvidas, é evitar de contrair a infecção. E por isso é tão importante manter a caderneta de vacinação em dia! Assim, de acordo com a OPAS, a população também pode evitar o surgimento de bactérias resistentes:


• Prevenindo infecções, lavando as mãos regularmente, praticando uma boa higiene alimentar, evitando contato próximo às pessoas doentes e mantendo as vacinações atualizadas.

• Utilizando antibióticos apenas quando indicado e prescrito por um profissional de saúde.

• Seguindo a prescrição à risca.

• Evitando reutilizar antibióticos de tratamentos prévios que estejam disponíveis em domicílio, sem adequada avaliação de profissional de saúde.

• Não compartilhando antibióticos com outras pessoas.

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Viu só? É bem melhor trabalhar em não contrair a infecção, mantendo as vacinas em dia, do que tratar o quadro infeccioso. Afinal de contas, ninguém quer ficar doente, ainda mais quando falamos dos nossos filhos. Portanto, não dá pra falar em manter uma boa saúde se não mencionarmos as vacinas em dia! E aqui na Vacinar isso é prioridade, conte com a gente :)

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VACINAR | Prevenção é proteção

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Fonte:

Organização Pan-Americana de Saúde – Brasil, Folha informativa, “Resistência aos antibióticos”. Disponível em:

https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=5664:folha-informativa-resistencia-aos-antibioticos&Itemid=812

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