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Fato ou Fake? Confira a resposta para as 5 maiores dúvidas sobre a tríplice viral



Provavelmente você já ouviu falar da vacina TRÍPLICE VIRAL. Ela protege contra três vírus que causam o sarampo, a caxumba e a rubéola.


Como rotina para crianças, as sociedades brasileiras de Pediatria (SBP) e de Imunizações (SBIm) recomendam duas doses: uma aos 12 meses e a outra aos 15 meses. Na rotina do Programa Nacional de Imunizações (PNI) para a vacinação infantil, a primeira dose desta vacina é aplicada aos 12 meses de idade e aos 15 meses.


Em situação de risco para o sarampo – surtos ou exposição domiciliar, por exemplo – a primeira dose pode ser aplicada a partir dos 6 meses de idade. Essa dose, porém, não conta para o esquema de rotina: continuam a ser necessárias duas doses a partir dos 12 meses. Adultos e adolescentes que não foram vacinados devem tomar as duas doses.


E existem várias dúvidas e informações equivocadas circulando sobre as vacinas e com a tríplice viral não é diferente. A vacina foi alvo de uma das fake news mais propagadas da história na área: a de que a imunização contra a tríplice viral pode causar autismo.


Vamos responder as 5 maiores dúvidas sobre essa vacina.


1) A tríplice viral pode causar autismo?


A vacina tríplice viral NÃO TEM NENHUMA RELAÇÃO com o autismo. Essa notícia surgiu devido a um estudo irregular e enviesado em 1998, que causou pânico e resultou em surtos das doenças das quais o imunizante protege, já que muitos pais se recusaram a vacinar os seus filhos.

Um estudo recente, de 2019, feito com 650 mil crianças comprovou que a imunização com a tríplice viral não aumenta as chances de desenvolvimento de transtornos do espectro do autismo (TEA).

O artigo que deu origem ao boato foi banido e o médico responsável pelo estudo perdeu a licença médica e foi responsabilizado por crime contra a saúde pública. Apesar disso, ainda hoje a história é propagada.


2) Existe alguma contraindicação para a imunização com a tríplice viral?


Sim. Alguns grupos não devem se imunizar com a tríplice viral:

  • Gestantes;

  • Imunossuprimidos por doença ou medicação;

  • Crianças até 5 anos portadoras do vírus HIV que possuem imunossupressão;

  • Adultos com HIV devem ser avaliados por um médico antes de tomar a vacina;

  • Pessoas com histórico de alergia grave após a imunização com a primeira dose;

  • Pessoas com alergia à proteína de leite de vaca não devem ser imunizadas com a vacina do Serum Institute of India. Você deve informar sobre a condição no momento da vacinação. Existem outras duas opções de vacinas compatíveis com alérgicos ao leite.


3) Fui vacinada e descobri que estou grávida. E agora?


Existem muitos casos de gestantes que foram inadvertidamente vacinadas com vacina tríplice viral, não só no Brasil. Teoricamente, existe risco para o feto, porém os estudos publicados na literatura mostram que não houve nenhum caso de prejuízo à saúde da mãe ou do feto e baixo índice de infecção fetal.


4) Que condições requerem que a vacinação seja adiada?


  • Doenças agudas febris moderadas ou graves: assim como acontece com a maioria das vacinas, você deve esperar até que a febre desapareça para se imunizar.

  • Quimioterapia: até três meses após a suspensão.

  • Transplante de medula óssea: 12 a 24 meses após o procedimento.

  • Uso de imunoglobulina, sangue e derivados: 3 a 11 meses.


5) Se a segunda dose estiver atrasada, o esquema precisa ser reiniciado?


Não. Ainda que a primeira dose tenha sido aplicada há muitos anos, basta aplicar a segunda dose.


Para mais informações, entre em contato com a gente! Mande uma mensagem no nosso Whatsapp e venha proteger toda a sua família!

♡ Vacinar faz bem!


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