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BCG e Hepatite B: tudo o que você precisa saber sobre as primeiras vacinas do bebê



A primeira cicatriz da vida do bebê geralmente vem por uma “boa causa”: a vacina BCG. Essa vacina protege contra a tuberculose e suas formas graves e é aplicada nas primeiras horas de vida do recém-nascido. A aplicação pode ocorrer até os 5 anos de idade, mas o ideal é que seja feita o quanto antes.


Além da tuberculose, a vacina protege também contra as formas graves dela, como a meningite tuberculosa e a tuberculose miliar. A tuberculose provoca, dentre outras consequências, problemas respiratórios, emagrecimento e fraqueza.


Essa doença é transmitida de forma semelhante à gripe e à Covid: por meio de gotículas de fala, espirro e tosse. E a gente sabe como criança gosta de abraçar e torcemos para que todo mundo possa fazer isso com segurança em breve, por isso é muito importante proteger nossos pequenos!


São poucas as contraindicações da vacina BCG, como filhos de mamães que tomaram algum remédio que possa comprometer o sistema imunológico. No caso de recém-nascidos prematuros e pesando bem pouquinho, quem deve avaliar a melhor data para receber a vacina é o médico.


DE ONDE VEM ESSE NOME?


A vacina é feita do bacilo de Calmette Guérin, por isso se chama BCG. Esse micróbio de nome estranho é obtido pelo enfraquecimento de uma das bactérias que causam a tuberculose. Na composição, vai ainda nosso velho conhecido soro fisiológico.


É VERDADE QUE A VACINA TEM QUE DEIXAR A MARQUINHA?


NÃO! Desde 2019 o Ministério da Saúde não recomenda mais que as crianças que não desenvolveram a marquinha sejam revacinadas. Ou seja, uma dose é o suficiente por toda a vida, mesmo que não fique a cicatriz, e ela continua valendo mesmo sem o sinalzinho.


Mas ela é um efeito normal da vacina, que geralmente é aplicada no bracinho direito do bebê, e pode demorar vários meses para aparecer.


HEPATITE B


Outra vacina muito importante nas primeiras horas depois do nascimento é a que previne contra a hepatite B, doença que atinge o fígado e pode se tornar crônica e até levar à cirrose. Ela é feita do vírus atenuado, ou seja, incapaz de causar a doença.


A maioria das transmissões de hepatite B ocorre de mãe para filho ou entre as crianças, durante a primeira infância, por isso a importância da vacinação precoce.


Para a vacinação de rotina dos pequenos, o Plano Nacional de Imunizações (PNI) recomenda quatro doses: uma em formulação isolada ao nascimento e doses aos dois, quatro e seis meses de vida – a primeira isolada (apenas hepatite B) e as outras pentavalente, em uma dose que protege também contra difteria, tétano, coqueluche e Haemophilus influenza tipo B.


Já a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) recomendam quatro doses ou de três doses: somente contra hepatite B ao nascimento, e aos dois e seis meses de vida, como parte da vacina hexavalente, que protege contra outras seis doenças.


Ou seja, tanto no caso da BCG quanto no caso da hepatite B a proteção conferida durante a infância vale pelo resto da vida!


ADULTO TAMBÉM TEM QUE SE VACINAR?


TEM SIM! Para crianças mais velhas, adolescentes e adultos que não foram vacinados no primeiro ano de vida são recomendadas três doses contra a hepatite B, com intervalo de um ou dois meses entre a primeira e a segunda e de seis meses entre a primeira e a terceira. Já a BCG também deve ser recebida por quem convive com hanseníase.


Aqui na Vacinar, temos à disposição a vacina BCG e também a hepatite B isolada ou em conjunto com a contra hepatite A, assim como a penta e a hexavalente.


FICOU COM DÚVIDA?

Entre em contato conosco! Estamos à disposição para esclarecer tudo e selecionar as melhores vacinas para sua família!


♡ Vacinar faz bem!

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